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Primeiro Passo

Outro dia uma colega estava muito atarefada fazendo uma lista enorme de exercícios da faculdade. Quando havia passado de mais da metade do trabalho todo, ela comentou : “Nossa por que eu não pensei nisso antes?  Descobri uma maneira de fazer que se eu tivesse feito desde o começo, já teria terminado há muito tempo!”.  E assim é com todos nós, quando estamos no caminho as possibilidades afloram mais do que se estivéssemos parados. 

São muitos os motivos que nos impedem de começar algo, independente a qual algo se faz referência, às vezes é o hábito de deixar as coisas para última hora, outras vezes é o medo do que virá, do que vão pensar, em alguns casos é não saber o que fazer, ou às vezes saber, mas não saber o como, ou sentir que não tem preparo suficiente, entre outros.

Talvez você pense: “Ah eu quero muito abrir um negócio, mas primeiro preciso entender de fluxo de caixa, vou estudar bastante esse tema e quando tiver perito no assunto eu posso abrir uma empresa.”

Não muito diferente, eu me incluo em boa parte dos pensamentos, sempre que quero fazer algo, acho que preciso ter planejado todos os mínimos detalhes, preciso me preparar em pontos que acho que podem não estar impecáveis, sou muito analítica e metódica, e bem pouco executora, digamos que eu era adepta ao “bom é inimigo do ótimo”, “se não for para fazer bem feito, melhor eu nem fazer” e migrei recentemente para o “antes feito que perfeito”.

Sabe por quê? Porque descobri que tinha vários projetos pessoais impecáveis na mente, e bem poucos colocados em prática, além do quê, há detalhes que só aparecem depois das primeiras ações, e só aí convém tomar uma atitude a respeito.

Desde então, adquiri a postura de dar o primeiro passo. Começa! Com uma coisa simples, pequena, e outra, uma de cada vez, no meio do processo você vai fazer igual a minha colega descobrir uma maneira melhor de fazer, vai encontrar pique para continuar, às vezes vai dar pausa, outras vai fazer menos, e voltar de novo ao ritmo, e tudo isso faz parte. A gente descobre como faz, fazendo! E só o que precisamos é do primeiro passo.

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Seja você!

Não há ninguém como você, e esse é o seu detalhe mais importante. As vezes nos deixamos perder no meio do bando, para ser incluso, aceito, e assim vamos nos adequando para caber em determinados lugares, por vezes até em pessoas, como se fossemos marionetes dos outros. Você precisa se orgulhar por tudo que é, seja em virtudes ou limitações, você é tão único, que não existe mais ninguém com suas impressões digitais, e além delas deve haver uma porção de coisas que são somente – suas. E ninguém pode assumir o seu papel além de você.

Muitas vezes ocultamos sentimentos, verdades, preferências, criamos mecanismos de defesas, disfarçamos características que nos são notáveis – tudo para seguir determinados padrões , até aí tudo bem alguns padrões realmente são necessários para o convívio social, o problema é quando o preço a pagar por isso é deixar de ser você mesmo. É tanta moda, é tanto clichê, são filas e filas de pessoas “iguais”, são tantos filtros , que as singularidades se perdem no vão. Quem veste uma roupa diferente, ou ousa ser qualquer coisa com o mínimo de desvio do trivial é considerada aberração, estranha ou alguma coisa do gênero, as vezes até motivo de chacotas.

Mas acredito que no fundo quem faz de tudo, tentando esconder quem é de verdade, no intuito de ser antenado ou mesmo pertencer, vez ou outra admira tamanha coragem de quem gosta ou faz questão de ser quem é, ainda que isso implique ser o que a maioria das outras pessoas não são.

Só que no fundo as pessoas nem deve se dar conta de que anseia tanto pertencer a algo que acaba deixando de pertencer ao algo mais imprescindível – a si mesmo, que é um dos mais belos detalhes de quem é autêntico.

Você não precisa ser nada além de você, precisa estar alinhado com aquilo que acredita, com seu gosto musical, com suas inclinações a determinados temperos, tudo bem também não gostar de coisas que todo mundo gosta, não precisa conter o riso, nem as lágrimas, e também não precisa rir mais alto.

Vai, confessa que as pessoas que mais encantam, são as mais autênticas possíveis, que não se envergonha e reconhece a beleza de ser exatamente quem é – única. Claro que tem as fases disso ou daquilo, mas o fato de ser você do jeitinho que é, em pura e absoluta vontade, é a fase que nunca deve acabar.


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Felicidade

Eu pensei que a felicidade viesse com a conclusão do ensino médio, depois vi que não era, mas logo acreditei que seria quando passasse no vestibular, e nada. Decerto será quando eu me formar, logo a formatura veio, mas a felicidade não estava dentro daquele canudo. Talvez seja após o emprego. Passado algum tempo, o emprego veio e a felicidade esqueceu de vir.

Mas que coisa! Aposto que será após o casamento, o tão sonhado dia chegou e foi mágico, mas não era atrelado a isso que a felicidade estava. Presumi que fosse a ausência dos filhos, então quando eles vieram, a vida virou do avesso, entendi o amor em sua mais variada forma e conjugações, mas ainda assim não se tratava do que eu pensei.

Então me dei conta de que mania feia temos de projetar tudo no futuro, como se não fosse de agora’s que nossa vida fosse feita. E ao mesmo tempo me pego justificando: “ Eu só queria ser feliz, sabe? Sem culpa, sem medo, sem achar que tem algo de errado só por estar bem e que logo deve piorar. É o que todos queremos afinal. ”

Só que pouca gente repara, eu inclusive, é que a felicidade não é um destino final, felicidade é passagem, e claro, efêmera como qualquer outra coisa nessa vida. Felicidade é alguns pedaços da caminhada, todo caminho tem pedaços íngremes, tem sol, tem chuva, tem dor no pé, e tem descanso as vezes e momentos de alívio.

E a felicidade está distribuída em partes desse curto caminho, o negócio é viver, de preferência o aqui – o agora, saber apreciar, deixar os ouvidos atentos para ouvir os cantos da vida, é olhar para além do que se vê, observar para além do cansaço, dos percalços, e lembrar que mesmo na finitude, existe muita beleza.

Felicidade é abraço apertado, é poder desligar o despertador ou saltar da cama empolgada (o), é clima agradável, é aquele filme marcante, é até aquela nostalgia dos tempos de escola. É a emoção do começo, e por quantos começos não passamos? Do novo, por vezes até a monotonia do velho. É casa cheia e as vezes vazia. É a decolada da viagem, ou o poso da volta. É o brilho do sol, ou a elegância da lua. É sossego, e as vezes barulho, é dualidades, antagonismo, e claro sem nunca deixar de ser equilíbrio. Mas sempre o lembrete de que A FELICIDADE ESTÁ NO CAMINHO!

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A carta que a morte nos escreveu…

A Carta que a morte nos escreveu

Oi! Pode ser que eu chegue e não dê tempo nem de te cumprimentar, outras vezes eu chegarei a passos lentos, te darei tempo de digerir a ideia, gostando ou não, de refletir, a chance de reparar o que julgar necessário. Quando eu chego de repente muitos se assustam, não entendo o porquê, se sou um fato.

Hoje mesmo eu encontrei com uma mamãe que estava indo para o horário de almoço, para ela era um horário de almoço qualquer, mas para mim não, era o meu encontro com ela.

Infelizmente eu não paro para escutar se ela tem um filho de 3 anos, se ela não jogou o lixo fora, se ela tinha que passar no cartório ou se o marido dela tinha uma endoscopia semana que vem, eu não entendo nada disso.

Só sei que quando me aproximo percebo os pensamentos mais aleatórios e insanos, mas muitos são comuns, alguns lembram do livro que restava apenas 15 páginas, do e-mail que não enviou, da comida para o cachorro que esqueceu de colocar ou de uma série de coisas inacabadas, que ou não serão concluídas, ou serão por uma outra pessoa. O que mais vejo nos olhos de quem encontro é a ficha caindo sobre o amor que deu ou não, do bem que fez ou deixou de fazer. E a compreensão de que todo orgulho, medo, mágoa, ressentimento acumulados, no momento que dão de cara comigo, não passam de inúteis.

Talvez eu chegue na véspera da concretização de um grande sonho, ou no início dele, e muitos irão dizer “quantos sonhos interrompidos” ,”uma vida inteira pela frente”, embora vocês nem saibam o quanto de vida inteira foi creditado para cada um. Desculpe, mas não estou interessada se é uma quinta de natal, se seu irmão casa semana que vem, se você não fez as pazes com seu namorado ou com a sua mãe, se você não fala com a sua tia há mais de dois anos. Nada disso me importa!

Não vou pedir seus documentos, muito menos currículo, não me interessa quem você foi, sua cor, religião, caráter, eu encontrarei a todos, alguns “muito cedo”, outros “na hora”, talvez sim , talvez não, eu sou uma sequência de talvez, de suposições, especulações. De mim, pouco se sabe, dentre elas – é que eu virei e a outra é que é sem aviso prévio. Para todo lado escancaram a frase: “A vida é um sopro”, muito embora muitos não lhe deem crédito, mas eu faço questão de repetir: “A vida é um sopro” e eu sou derradeiro suspiro.

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Reinvente-se

Passado × Possibilidades

As mudanças, apesar de nos tirar do idolatrado controle, estão sempre alheias a nossa vontade, e já temos tamanho suficiente para aceitar que elas são necessárias.
Assim, não nos resta outra escolha, senão aprender que é preciso nos redefinir, as vezes nos redescobrir, formatar mas principalmente nos reinventar sempre, de modo que caibamos no mundo, afinal ele fica pequeno demais quando vai comportar o universo de cada um.
Todos nós nos damos conta em algum momento da vida que o excesso de bagagem custa alto, tanto em passagem de avião quanto na vida, fica impraticável atravessar os dias com “tanto entulho”. Sabe aquela mágoa de 2009, que está aí em algum canto e você faz questão de tirar a poeira diariamente? Descarta! Você já não é quem era antes, e ainda bem. Então reinvente-se! Libera espaço para o que é bom, e faz o favor de ir lustrar aquele elogio sincero que você deixou passar batido.
Reduzir a bagagem, não é se apequenar, no verdadeiro sentido da palavra, é se esforçar para manter a essência, se possível, não se perca por inteiro no meio do caminho, e se ocorrer, retorne, se resgate e mais uma vez reinvente-se, fragmentos de nós é impossível não deixar, mas a essência é cláusula pétrea.
No fim, eu espero que aprenda a amar a pessoa que se tornará, e você vai dever isso ao tempo e aos contratempos.


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Erva daninha não se rega, arranca.

Estranhamente me pego jogando água em uma planta, na minha cabeça se a planta morre, eu morro. E eu tenho medo de tudo que desconheço, inclusive e principalmente a morte.


Então eu jogo água, só que eu preciso cuidar de outras coisas, então eu vou, mas volta e meia, na verdade nem meia volta, torno a pensar na planta, não a esqueço, mais um pouco de outras coisas, que claro, as vezes faço pela obrigação. Um bocado bem meia boca de outras coisas. Penso na planta. Outras coisas. Planta. Outras coisas. E volto.


As vezes as outras coisas são feitas sem inteireza, porque estou ocupada, pensando na planta, dependo disso (ninguém entende). Outras vezes as outras coisas são negligenciadas, ignoradas sempre que posso, o importante é cuidar da planta, ela precisa ser regada, acariciada, no mínimo lembrada, e as outras coisas precisam entender!


Então um belo dia eu acordo, de quem lembro? Da planta! Óbvio. E ao me deparar consigo reparar que a planta não passara de uma erva daninha, cujas folhas são as dores do passado, e logo atrás dela, há uma janela onde se passam outras coisas, uma infinidade de outras coisas, e percebo então o quanto de outras coisas que perdi, enquanto tinha a visão distorcida de tudo que importava era preservar a planta, e me ocupei tanto nessa tarefa, que sequer pude notar, que outras coisas me esperavam, logo ali.


Há outras coisas, e elas precisam pelo menos de uma coisa: a chance!

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Tênis cinza e verde ou rosa e branco?

Qual a cor do tênis?

Para uns o tênis é ‘cinza com verde’, para outros o tênis é ‘rosa com branco’.

Para alguns sempre ‘cinza com verde’, para outros as vezes ‘cinza com verde’ e inesperadamente ‘rosa com branco’.

O enigma da cor do tênis deu o que falar nas redes sociais e serve para prendermos a nossa atenção para além das cores e deixar a polêmica de escanteio.

Independente do objeto, agora um tênis, outro dia um vestido, sempre queremos defender a forma como vemos determinada coisa, o que é bom. E sempre queremos estar certos, afinal ninguém gosta de estar errado.

É aquela velha história do copo meio cheio e/ou copo meio vazio, não existe errado ou certo quando se trata de ponto de vista.

Existem pontos de vista. E ponto. E o fato de enxergarmos algo de uma dada maneira não força ninguém a fazê-lo da mesma forma, mesmo porque cada um enxerga à maneira que sua ótica lhe permite. É assim em termos abstratos, e permanece assim em termos concretos.

Quem sou eu para ditar a cor que o outro deve enxergar?

Quem sou eu para dizer que a minha cor é a certa?

Tem gente que vê a vida de tudo que é cor e tem gente que vê tudo cinza. Dizem “que a vida é da cor que a gente pinta”, pois então?

Não existem cores certas ou erradas, ninguém vê nada igual a todo mundo vê, claro que existem padrões, amor é vermelho, paz é branca, esperança é verde e por aí vai, mas ninguém precisa seguir, se não quiser.

O único padrão necessário e obrigatório é o do respeito, embora eu veja ‘cinza com verde’, aceito e respeito quem veja ‘rosa com branco’ e vice e versa. E viva a divergência de ótica. Afinal “gosto cada um tem o seu” e ponto de vista também!

Beijos!

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Qual o destino da correria?

E quando menos se espera o relógio já ‘titaqueou’ mais que dá última vez que você parou para reparar.

As folhinhas do calendário voaram em uma velocidade além da permitida, e cá estamos nós, inscritos compulsoriamente na vida de gente grande, maratonista ativo de uma velha corrida desenfreada, cujo destino ninguém conhece, onde cruza a linha de chegada? Aliás, existe uma linha de chegada?

Lutando contra o tempo…

A ordem é correr, não podemos nos dar ao luxo de preocuparmos com os “atropelos”, não há tempo para isso – (Só)corre! Corre você, corre eu, corre o tempo, corremos todos e a vida (es)corre.

Como se tudo o que soubéssemos fazer, fosse correr. Como se nossa ocupação fosse as de um robô de um louco sistema, como se estivéssemos acorrentados nos ponteiros, fadados a correr para o lado oposto. Afinal de contas, para onde vai você?

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Sobre recomeços

Será que a lagarta sabe que lindo recomeço lhe aguarda após o casulo? Penso que não. Acho que ela nem sabe que o casulo é casulo, para ela é o fim, pura e simplesmente.

De toda forma, aposto que ela não se martiriza por ter deixado de ser lagarta, não remói as deliciosas plantas que saboreou, os ensolarados dias que atravessou, ou a monotonia de quando havia chuva, ela só é, exclusivamente, se lagarta…lagarta e se casulo… casulo, sem mais.

O que quer dizer que nós humanos deveríamos nos espelhar e aprender a respeitar os nossos processos. Para que se prender e querer manter a mesma história para sempre? As vezes ela nem é bonita, e só confortável não é condição que convença o bastante, desculpa!

A expressão “Tudo muda” é categórica. E o que te faz achar que mudança é para pior? As vezes o pior que você tanto horroriza é apenas um processo onde está se tecendo um colorido recomeçar. Palavra bonita né? R-E-C-O-M-E-Ç-A-R, pois é, e ela é sequência da palavra MUDANÇA.

Respeite e aceite o casulo!

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Já se sentiu perdido?

Sem Rumo

Tem dias que tudo parece fazer sentido, você consegue se sentir como uma peça de canto de um quebra-cabeça, as vezes até entende seu papel ali, e tem dias que a gente é como uma daquelas peças cuja única característica não a distingue das outras 897 de 1000, suponhamos que está sendo montado um enorme oceano, várias peças azuis, em um sutil degradê, você sabe que se encaixa ali, mas onde? E se você é a única peça azul de um outro quebra-cabeça e por um deslize foi parar na caixa errada? Quem sabe?

Assim é a vida, cheia de perguntas, com respostas, sem respostas, com ilustrações, sem ilustrações, as vezes algumas palavras saem falhadas, as vezes saem bem nítidas, é como aquela prova ferrada, sem consulta, daquele professor que todo mundo odeia, mas um dia vai agradecer no fim das contas. A gente só precisa seguir, sem certeza de nada, sem manual de instrução, numa incansável busca por si, por sentido, as vezes me pergunto se realmente faz sentido no ‘final’ para todo mundo.

Eu sinto vontade de fazer tantas coisas, entre elas mudar o mundo, sim! Eu sinto vontade de mudar o mundo, de vez em sempre, você não? A vez que me senti mais compreendida quanto a isso, foi em um curso quando ouvi um rapaz dizer que sente vontade de fazer algo grandioso, algo que impactasse positivamente as outras pessoas, me identifiquei com aquilo, está cheio de gente assim, e eu fico me perguntando se serei um dia uma dessas pessoas, ou se terei apenas uma existência comum, acho que ninguém quer ter uma existência comum, mas é isso que a maioria de nós somos – comum, apesar de saber que todos somos únicos.

Tenho uma colega que tem a vida toda planejada, data de casamento marcada, a idade que vai ter cada um dos filhos, o casamento inteiro planejado e olha que a data é para daqui cinco anos, eu a observo comentar toda empolgada e fico: What? Cara… eu não sei o que vou fazer semana que vem, não que eu deixe a vida me levar, eu também sou a rainha do planejamento, mas é que parece que eu sou uma cada semana, eu não consigo saber direito qual meu sonho, porque eu sou a inconstância personificada, quero o óbvio, o que todo mundo quer: Ser feliz!

E adicionado a isso, tem as muitas rasteiras que a vida já me deu em tudo que tive convicção, que planejei, ela é cheia das muitas possibilidades e nos surpreende sempre, ora para melhor, ora para pior, mas sempre trabalhando por nossa evolução, então eu pego a lição da vez, coloco debaixo do braço e sigo.

Mas me falta o “como?”, eu quero entender que parte do azul do oceano eu sou, eu busco por isso desde que me entendo por gente, e sinceramente não sei se estou longe ou perto, não sei nem se tenho procurado nos lugares adequados, mas eu sigo. Vou adiante, procurando por mim, e tentando mudar pelo menos o meu mundo!